Energia Fotovoltaica

S2E - Uma escolha inteligente

Como funciona

O Sistema Fotovoltaico é a melhor maneira de ter independência energética e consequentemente reduzir os gastos com a conta mensal de energia na sua residência, empresa ou agronegócio.

O Sistema de Energia Fotovoltaica baseia-se na capacidade de converter a luz solar (energia luminosa) em energia / corrente elétrica através de painéis fotovoltaicos, sem o comprometimento do meio ambiente no processo de geração.

O termo "fotovoltaica" vem do grego (Phos), que significa "luz", e em "volt", a unidade de força eletro-motriz, o volt, que por sua vez vem do sobrenome do físico italiano Alessandro Volta, inventor da pilha. O termo "foto-voltaica" tem sido usado em Inglês desde 1849.

Para gerar a energia, o sistema fotovoltaico utiliza células solares formadas por camadas de materiais semi-condutor, uma positiva e outra negativa. Os fótons da luz ao atingirem a célula excitam os elétrons, gerando eletricidade. Quanto maior for a intensidade do sol, maior o fluxo de eletricidade. Comumente, o material utilizado na fabricação das células é o silício. Sendo este o segundo elemento mais abundante na face da terra, não há limites com relação a matéria-prima para produção de células solares.

A Energia Fotovoltaica se difere do Aquecimento Solar, uma vez que o princípio de funcionamento é totalmente diferente. É comum confundir Energia Fotovoltaica com Aquecimento Solar.

Exemplificando: os sistemas solares térmicos (popularmente denominado como Aquecimento Solar), são empregados para realizar aquecimento a partir da energia térmica (aquecimento) do sol,

No ano de 2012, foi publicada a resolução n°. 482 da ANEEL que regularizou a micro e mini geração distribuída no Brasil. O sistema funciona em forma de compensação de energia, permitindo ao consumidor gerar sua própria energia por intermédio de um “Sistema Fotovoltaico” gerando “ENERGIA LIMPA E RENOVÁVEL” em residências, comércios, indústrias e no setor agricola.

A Resolução n°.482 da ANEEL, foi alterada e substituída pela Resolução Normativa n°. 687 de 24 de novembro de 2015.

Existem quatro denominações de sistema de Energia Fotovoltaica, sendo o Sistema Fotovoltaico Conectado à Rede (OnGrid); Sistema Fotovoltaico Autônomo; Sistema Hibrido e Usina Fotovoltaica. Na sequência exemplificamos os sistemas:





Sistema Fotovoltaico Conectado a Rede (OnGrid)

Um Sistema Fotovoltaico Conectado à rede, também conhecido pela sigla SFCR significa que a edificação que gera sua própria energia também está conectada à rede da concessionaria local de energia.

Este tipo de conexão tem por objetivo usar a rede como um repositor de energia que será utilizada nos horários em que não haja incidência da luz solar e/ou quando o consumo da edificação ultrapasse a capacidade de geração.

O SFCR, quando gera mais energia do que a demanda de consumo, injeta o excedente é na rede da concessionaria, fazendo o medidor (relógio) girar no sentido contrário. No final do mês, a concessionaria de energia analisa quanta energia recebeu da unidade consumidora e quanta energia foi consumida da rede, e na maior parte das vezes, gera um crédito a favor do consumidor.

Este crédito pode ser usado num prazo de até 60 meses para abater potenciais picos de consumo da edificação e/ou se for o caso, pode ser usado para abater a conta de energia de outra edificação que tenha a conta de luz no mesmo CPF /CNPJ. É valido ressaltar que na Resolução n.° 687 consta que será permitido ao micro e mini gerador de energia fotovoltaica, vender o excedente para outro consumidor, desde que o processo técnico burocrático esteja em conformidade com os requerimentos técnicos e legais.

No SFCR o fluxo de energia é bidirecional: ora você estará fornecendo energia para a rede, ora recebendo dela, conforme o seu consumo e a sua geração. O medidor de energia, portanto, deve ser também desse tipo e será substituído pela companhia de energia, no processo de aprovação / ativação da instalação.

Um SFCR costuma ser mais simples e barato, no entanto, não é capaz de oferecer energia durante quedas no fornecimento. Obrigatoriamente ele deve desligar automaticamente junto com a rede elétrica da concessionária em caso de apagão ou manobras de manutenção. Depois da normalização do fornecimento ele é religado automaticamente.



Sistemas Isolados(Off-grid)

Os Sistemas Fotovoltaicos Autônomos, conhecidos como Sistemas Off-Grid, são instalados independentemente da rede elétrica, isto é, eles não estão interligados ao sistema nacional. Assim, eles podem gerar mesmo quando não houver energia na rede da concessionária ou ainda quando não há sequer um ponto de conexão disponível.

Devido a característica de operar de forma autônoma ao fornecimento de energia, o SFOR é usado em localidades/edificações sem disponibilidade de energia elétrica, independentemente do tipo de instalação.

Este sistema, quando projetado usando-se das melhores práticas, possui autonomia média de operação de até 72 horas, sem incidência do sol.

É válido destacar que a forma de projetar/calcular os componentes e potência de ambos os modelos (SFCR / SFOR) divergem, porém é possível estabelecer o desenvolvimento de projetos híbridos para atender instalações com criticidade de operação (onde não são permitidas ausências de energia).



Híbridos

Sistemas fotovoltaicos (On Grid ou Off Grid), funcionam em conjunto com outras tecnologias como geradores eólicos ou diesel. Considerados mais complexos, tais sistemas exigem um controle capaz de integrar as diferentes formas de geração de energia. Estes sistemas podem estar conectados à rede, isolados ou ter o apoio da rede.



Usinas Solares

São sistemas fotovoltaicos conectados à rede, produzem uma grande quantidade de eletricidade em um único ponto. O tamanho da usina varia de centenas de quilowatts a megawatts. Algumas destas instalações estão sobre grandes edifícios, indústria ou no solo próximo a edificações que exigem um consumo intenso de energia.

Uma importante inovação trazida pelas Resoluções Normativa nº 482/2012 e 687/2015 é o Sistema de Compensação de Energia Elétrica.

Esse sistema permite que a energia excedente gerada pela unidade consumidora classificada como micro ou mini geração seja injetada na rede da concessionária eletrica, a qual funcionará como uma bateria, armazenando esse excedente até o momento em que a unidade consumidora necessite de energia proveniente da distribuidora.

Dessa forma, a energia elétrica excedente gerada por essas unidades consumidoras é cedida à distribuidora local, sendo posteriormente compensada com o consumo de energia elétrica dessa mesma unidade consumidora ou de outra(s) unidade(s) consumidora.

Na prática, se em um determinado ciclo de faturamento a energia injetada na rede pelo micro ou mini gerador for maior que a consumida, o consumidor receberá um crédito em energia (kWh) na próxima fatura. Caso contrário, o consumidor pagará apenas a diferença entre a energia consumida e a gerada.

Importante ressaltar que, para unidades consumidoras conectadas em baixa tensão (grupo B), ainda que a energia injetada na rede seja superior ao consumo, será devido o pagamento referente ao custo de disponibilidade – valor em reais equivalente a 30 kWh (monofásico), 50 kWh (bifásico) ou 100 kWh (trifásico). De forma análoga, para os consumidores conectados em alta tensão (grupo A) será devida apenas a parcela da fatura correspondente à demanda contratada

Em regra, o consumo de energia elétrica a ser faturado corresponde à diferença entre a energia consumida e a injetada. E, havendo excedente de energia injetada que não tenha sido compensada no ciclo de faturamento corrente, a distribuidora utilizará essa diferença positiva para abater o consumo medido em outros postos tarifários, outras unidades consumidoras de mesmo titular ou nos meses subsequentes. O Credito não pode ser convertido para “R$” o mesmo é tabulado na medida Kwh

Usando energia da rede
Nos momentos em que o Sistema não gera energia suficiente para abastecer o consumo a rede da distribuidora suprirá a diferença.

Nesse caso será utilizado o crédito de energia ou, caso não haja, o consumidor pagará a diferença


Fornecendo energia para a rede

Quando a unidade consumidora não utiliza toda a energia gerada pela central, ela é injetada na rede da distribuidora local, gerando crédito de energia

Grupo A: paga apenas a parcela referente à demanda.

Grupo B: paga apenas o custo de disponibilidade.

Sebrae - Sustentabilidade - Energia solar

Energia Solar: como funciona a geração fotovoltaica

Matéria Fantástico - Energia Solar

A hora e a vez da energia solar | André Trigueiro | TEDxPUC-Rio

Governo Federal Incentiva a Energia Solar Fotovoltaica (Canal Livre)

Jornal da Globo fala sobre energia solar e microgeração no Brasil (Incentivo do governo)

Utilização de Energia Solar e Eólica no Brasil - Globonews

Morador do DF produz energia em casa e vende parte á rede pública

Jornal das 10 - Energia Solar usada por Empresas

Energia solar é utilizada por empresas e residências do oeste do Paraná

Bom dia Brasil - Exemplo de Minas Gerais, O estado que mais usa Energia Solar